Gerador autoexcitado

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Neste artigo, veremos como funcionam os geradores autoexcitados e examinaremos seus principais componentes, como enrolamentos de campo, armaduras e reguladores de tensão. Descobriremos a ciência por trás do fenômeno da autoexcitação e exploraremos conceitos como magnetismo residual e a importância do controle da corrente de campo. À medida que deciframos os meandros, entenderemos como esses geradores são capazes de manter seu campo magnético, resultando na produção contínua de eletricidade.

Tipos de produção

Um gerador CC cujos enrolamentos magnéticos de campo são alimentados pela própria saída do gerador é chamado de gerador autoexcitado. O gerador autoexcitado pode ser dividido em três tipos de acordo com o projeto em que os enrolamentos de campo são acoplados ao enrolamento da armadura. Eles são
  1. Gerador de série
  2. Gerador de derivação
  3. Gerador de conexão

Gerador de série:

Gerador autoexcitado

A figura acima mostra a conexão de um gerador em série. Em um gerador enrolado em série, o enrolamento de campo é conectado em série com o enrolamento da armadura, de modo que toda a corrente da armadura também flua através do enrolamento de campo devido à carga. Como o enrolamento de campo transporta toda a corrente de carga, algumas voltas de fio grosso apresentam baixa resistência. Além de funções especiais, por ex. B. amplificadores de tensão, geradores em série raramente são usados.

Tensão terminal V = EG-EU(RA+Rse)

Corrente de armadura IA = euse = euM = eu
Potência desenvolvida na âncora = EGEUA
Potência entregue à carga = EGEUA-EUA2(RA+Rse)
= euA (EG-EUARA-EUARse)
=VIA ou VIM

Gerador de derivação:

Gerador autoexcitado
A figura mostra que o enrolamento de campo está conectado em paralelo ao enrolamento da armadura de modo que a tensão de alimentação do gerador seja aplicada a ele. Geralmente, a bobina shunt em um gerador shunt tem muitas voltas e um fio fino e de alta resistência. Como resultado, apenas parte da corrente da armadura flui através do enrolamento shunt e o restante através da carga.
Tensão terminal V=EG-EUARA
Corrente de armadura IA=EuM+euSh
Corrente de campo shunt ISh = F/RSh
Potência desenvolvida na âncora = EGEUA
Potência entregue à carga = VIM

Gerador de conexão:

Em um gerador composto, existem dois conjuntos de enrolamentos de campo em cada pólo – um em série e outro em paralelo à armadura. Este gerador pode ser dividido em duas categorias:
(A) Derivação curta Apenas o enrolamento shunt é conectado em paralelo ao enrolamento da armadura, conforme mostrado na figura.
Gerador autoexcitado
(b) Outro é este longo desvio, Neste caso, o enrolamento shunt é conectado em paralelo com cada fileira de enrolamentos de campo e enrolamentos de armadura conforme mostrado na figura.
Gerador autoexcitado
Gerador composto de derivação curta
Tensão terminal V = EG – (EUARA) – (EUseRse)
Corrente de campo em série Ise = euM
Corrente de campo shunt ISh = (V + euseRse) /RSh
Potência desenvolvida na âncora = EGEUA
Potência entregue à carga = VIM
Gerador composto com derivação longa
Tensão terminal, V = EG – EUA(RA +Rse)
Corrente de campo em série, Ise = euA = euM + euSh
Corrente de campo shunt, ISh = F/RSh
Potência desenvolvida na âncora = EGEUA
Potência entregue à carga = VIz
O que acontece se operarmos um gerador CC de derivação longa composto cumulativo como motor?  -Quora

Conclusão

Em resumo, os geradores autoexcitados incorporam o espírito de autossuficiência na geração de energia. Eles podem acender a faísca de eletricidade dentro de si e fornecer uma excelente solução para diversas necessidades energéticas. Seja em áreas remotas, em situações de emergência ou em vidas sustentáveis, estes geradores impulsionam o progresso e capacitam indivíduos e comunidades.

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